Quando a realidade parece ficção é hora de fazer documentário!

Os Pobres

  1.  
  2. Diga-me o que pensas
  3. sobre os Pobres e
  4. direi qual é tua
posição frente a toda a
realidade social.

    Princípio do Vazio

    Tens o hábito de juntar objetos inúteis, acreditando que um dia, (não sabes quando) vais necessitar deles?

    Tens o hábito de juntar dinheiro sem gastá-lo, pois imagina que ele no futuro poderá faltar? 
    Tens o hábito de guardar roupas, sapatos, móveis, utensílios domésticos e outras coisas que já não usas há muito tempo? E dentro de ti? Tens o hábito de guardar raivas, ressentimentos, tristezas, medos e outros sentimentos negativos? Não faças isso! Vai contra a tua prosperidade! 
    É preciso deixar um espaço, um vazio para que novas coisas cheguem à tua vida.  É preciso se desfazer do inútil que há em ti e em tua vida para que a prosperidade possa acontecer. A força deste vazio é que atrairá e absorverá tudo o que desejas.
    Se acumulares objetos e sentimentos velhos e inúteis, não terás espaço para novas oportunidades. Os bens necessitam circular. Limpe as gavetas, os armários, o depósito, a garagem… a MENTE… 
    Doe tudo aquilo que já não usas… A atitude de guardar um monte de coisas inúteis só acorrenta a tua vida. 

    Não são só os objetos guardados que paralisam tua vida. Eis o significado da atitude de guardar: quando se guarda, se considera a possibilidade de falta, de carência… Acredita-se que, amanhã, poderá faltar e que não haverá maneira de suprir as necessidades. 

    Com esse pensamento, estás enviando duas mensagens ao teu cérebro e à tua vida: A de que não confias no amanhã; e que o novo e o melhor, NÃO são para ti… 

    Por isso te alegras guardando coisas velhas e inúteis!
    Até o que já perdeu a cor e o brilho…
    Deixa entrar o novo em tua casa… E dentro de ti…”
    Texto de Joseph Newton (1848-1912)

    Livro: "Vamos aos Pobres!"

    “Deus visita porque ama a pessoa humana”. Desde criança somos encantados pelas visitas. Parentes e amigos, quando nos visitam transformam nossa casa. Tudo se torna festa, comemoração, alegria e felicidade. O mesmo ocorre quando visitamos um parente ou um amigo.

    Vamos focar a visita de Maria a sua prima Isabel (Lc 1,39-56). Quanta honra e felicidade de Isabel e Zacarias em receber a Mãe do Salvador, foi essa a expressão de Isabel. A visita levou felicidade até o nascimento do menino. Jesus no ventre de Maria manifesta seu amor nesta visita a Isabel.

    Como deve ser a nossa visita a uma família necessitada à qual nos propomos a ajudá-la? Nossa presença nas casas dos Pobres deve ser como a visita de Maria à sua prima Isabel. Afinal, estamos em nome de Jesus, levando a esperança e conforto. Como nos apresentamos, como falamos? Somos realmente uma presença do amor de Deus para os nossos “mestres e senhores”?
    “Exercer o profetismo não é nada confortável”. Nossas visitas devem ser capazes de levar efetivamente a afetividade para quem não têm parentes e amigos. Devemos cumprir nossa missão profética durante as visitas que fazemos, semanalmente, aos Pobres. Não é fácil descobrir o Cristo nos casebres caindo, no meio da falta de higiene, na falta de esperança, na falta de tanta coisa, incluindo o amor.
    Acredito que este livro trará muitos subsídios para a nossa missão profética. Certamente nos ajudará a interpretar a realidade do momento presente em que realizamos as nossas visitas aos preferidos de Deus. Seu estudo e reflexão durante nossas reuniões farão que nos preparemos melhor para esta grande missão que nos foi confiada.

    Até bem pouco tempo não dispúnhamos de escritos para nos orientar na vida Vicentina. Graças a Deus, agora, contamos com mais um livro a nos auxiliar em nossa missão de cristão profeta.



    Título: "Vamos aos Pobres!"
    Autor: Mizaél Donizetti Poggioli
    Lançamento: setembro de 2011
    Páginas: 142
    Preço: R$ 10,00 mais despesas de Correio-ECT.
    “Não se encolha nem recue
    se for chamado(a) de ovelha negra,
    de indisciplinado(a),
    de lobo(a) solitário(a).

    Quem tem a visão lenta diz que o rebelde é uma praga para a sociedade.

    No entanto,
    ficou provado com o passar dos séculos,
    que ser diferente significa estar no limite,
    significa ser,
    é praticamente garantido que essa pessoa vá fazer uma contribuição original,
    uma contribuição útil e espantosa à sua cultura.

    Ao procurar conselhos,
    jamais dê ouvidos aos tímidos de coração.
    Seja gentil com eles,
    cumule-os de bênçãos,
    tente incentivá-los,
    mas nunca siga seus conselhos.

    Se você alguma vez foi chamado(a) de desafiador(a),
    incorrigível, esperto(a), insubmisso(a), indisciplinado(a), rebelde,
    você está no caminho certo...” (Clarissa Pinkola Estés).

    Livro: A Mística da Visita aos Pobres

    "Ao iniciar a leitura desta obra, certamente você irá identificar a segunte mística: homens e mulheres de todos os tempos são convidados a estarem disponíveis ao serviço, a exemplo de Maria. É Deus misericordioso que continua a realizar a “visita” aos Pobres, através de cada um de nós. Sempre é oportuno lembrar que o caminho para a santidade passa por uma estrada de difícil evolução. Um caminho com muitas armadilhas, dificuldades de todos os tamanhos.
    Nessas páginas, o autor propõe algumas experiências à luz da espiritualidade de São Vicente de Paulo, capaz de nos ajudar a não esmorecer neste objetivo.
    Avançar neste caminho exige uma radicalidade de atitudes em nossa vida. Assim, com crônicas organizadas sobre este tema, desfiamos uma agradável sequência de reflexões, que propõem mantermos atitudes coerentes diante das opções de vida que fizemos. Uma leitura muito agradável, rápida, porém, exigente, ao nos lembrar de compromissos: com Deus e com nosso irmão que sofre (que na espiritualidade vicentina é o próprio Deus). Não poderia finalizar esta breve apresentação sem enfatizar a importância do autor na vida de tantos brasileiros que comungam, com ele, a mesma Espiritualidade Vicentina. Amigo fiel, coerente e atencioso, entre tantas outras qualidades, emprestou muito de sua vida pela causa dos Pobres. Isso por si só dá a dimensão do peso de suas palavras entregues a nós através desta obra.
    “A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perde também a felicidade. A dor é inevitável. O sofrimento é opcional”. Que esta obra seja fonte inspiradora em nosso caminho de santidade!".

    Livro: A Mística da Visita aos Pobres
    Autor: Carlos Henrique David - Kaike
    Páginas: 72
    Formato: 12,5 x18,5 cm
    Coleção Vicentina - nº 38
    Preço: R$ 8,00 (pedidos com acréscimo de 20% do valor para despesas operacionais).
    Pedidos para:
    Conselho Nacional do Brasil

    Livro: Rezando com Frederico Ozanam

    O livro "Rezando com Frederico Ozanam" é um companheiro de caminhada!

    Os amigos são tão necessários para a vida humana quanto o alimento. Na verdade, a palavra companheiro tem sua origem a partir de duas palavras latinas: “com” que significa com e “panis” que significa pão. Os companheiros alimentam nosso coração, nossa mente, nossa alma e nosso corpo. São as pessoas com quem podemos celebrar a alegria de partilhar o pão.

    Os relatos mais comoventes da Bíblia talvez sejam os que implicam companheirismo: a Última Ceia, a festa das Bodas de Caná, a multiplicação dos pães e dos peixes, a partilha do pão que Jesus fez com os discípulos no caminho de Emaús. Cada um desses relatos da companhia de Jesus reveleram um pouco mais sobre sua misericórdia, seu amor, sua sabedoria, seu sofrimento e sua esperança.

    Quando Jesus foi ao Horto das Oliveiras para rezar, desejou vivamente a companhia de seus Apóstolos. Nessa ocasião eles falharam. Porém depois, Deus enviou seu Espírito para abrasar seus corações e, a partir de então, se tornaram para sempre companheiros de Jesus como também se tornaram companheiros uns dos outros.

    Ao longo da história, outros companheiros fiéis seguiram Jesus e seus Apóstolos. São os santos e místicos que percorrem o caminho que vai desde a conversão até a ressurreição, passando pelo sofrimento.

    Do mesmo modo com que eles se sentiram inspirados por essas pessoas santas que os precederam, também você pode sentir-se inspirado por esses santos e místicos, tomando-os como companheiros em sua própria peregrinação espiritual neste mundo.

    Este livro, Rezando com Frederico Ozanam, pretende ser, modestamente, uma resposta à fome espiritual dos cristãos e cristãs. Tem por objetivo tornar acessíveis os ricos ensinamentos espirituais de Frederico Ozanam cuja sabedoria pode auxiliar nessa nossa peregrinação. Esperamos que, ao término da última meditação, você sinta-se amparado, estimulado e animado por um companheiro de alma em sua peregrinação espiritual.

    A fome espiritual que se tem experimentado nos últimos vinte anos é um sintoma evidente da renovação da vida cristã. São muitas as pessoas que procuram fazer exercícios espirituais e participam de cursos sobre temas de espiritualidade. A demanda de diretores espirituais ultrapassa o número daqueles que estão disponíveis. Há um crescente interesse sobre a vida e escritos dos santos e dos místicos, devido à quantidade de pessoas que procuram modelos de uma vida cristã integralmente santa.

     
    Autor: Ronald Ramson - CM
    Total de páginas: 152
    Tamanho: 12,5 x 18,5
    Preço: R$ 12,00

    Livro: Maria, na Espiritualidade Vicentina

    A motivação principal em apresentar esse material sobre Maria, na Espiritualidade Vicentina parte da chamada de atenção que Vicente de Paulo fez aos seus colaboradores: “A mais eficaz devoção a Maria é praticar o que ela praticou; a imitação dos gestos e atitudes de Maria é o mais importante”.

    Por isso, os temas abordados por Vicente de Paulo a respeito da Mãe de Deus e Nossa tinha por objetivo tirar proveito do exemplo de suas práticas para vivenciar o que ela vivenciou: total abertura para o Projeto de Deus, engajamento na libertação dos Pobres, atitudes de serviço, discípula fiel e modelo de evangelização. Maria é, para Vicente de Paulo, a “humilde”, a “servidora”, “a mulher”, a “agraciada” que está disponível ao chamado de Deus.

    Aborda, com frequência, três temas: do tema da Imaculada Concei-ção extrai as virtudes concernentes ao despojamento e ao esvaziamento de si mesmo para estar livre e preparado para que o sonho de Deus seja realizado. Para testemunhar Deus aos Pobres se faz necessário que a pessoa esteja plenamente “cheia de Deus”.

    O tema da Anunciação e da Encarnação é o modelo mais puro de entrega incondicional a Deus. Acolher a Deus para testemunhá-lo aos demais.

    E, finalmente, a Visitação, que é o modelo por excelência a ser seguido. É o modelo de serviço aos Pobres.

    Maria, na Espiritualidade Vicentina
    Autor: Mizaél Donizetti Poggioli
    Tamanho: 12,5 x 18,5
    Páginas: 103
    Preço: R$ 10,00 + despesas de Correio

    Livro: Na Caridade, face a face com os Pobres.

    Por definição a palavra “olhar” significa fitar os olhos, mirar. A pala-vra ver, por sua vez, expressa algo mais profundo, que exige maior sensibilidade. Ver, significa perceber com a visão, significa enxergar. Nesse sentido pode-se dizer que às vezes olhamos, mas não vemos.

    Ver, enxergar, é muito mais que o ato de olhar. Enxergar, ver, é perceber o outro, notar, voltar à atenção para aquilo que se está olhando. E o bom samaritano “viu”.
    Isso fez a diferença. Foi por causa desse “ver” que ele se encheu de compaixão.

    Pela compaixão veio a atitude de Caridade. Ele rapidamente se deu contas que o Outro precisava de ajuda. Ficou cara a cara com ele. Viu suas expressões de dor. Teve empatia. Sofreu com ele.
    Por isso, preventiva ou emergencialmente, curou suas feridas derra-mando nelas óleo e vinho; depois procurou assisti-lo com maior cuidado: colocou-o no seu próprio animal, levou-o a uma pensão. Cuidou dele.Na Caridade, face a face com os Pobres!

    Autor: Mizaé Donizetti Poggioli
    78 páginas
    Preço: R$ 7,00



    “A perfeição do amor não consiste em êxtases, mas em bem cumprir a vontade de Deus e, dentre todas as pessoas, será a mais perfeita aquela que tiver a sua vontade mais conforme com a vontade de Deus. (...) "Não podemos garantir melhor a nossa bem-aventurança que vivendo e morrendo no serviço dos Pobres, entre os braços da Providência e uma renúncia total de nós mesmos, para seguir a Jesus Cristo Evangelizador dos Pobres".
    (Vicente de Paulo)



    Jesus continua sofrendo no sofrimento dos Pobres; Jesus continua pregado na Cruz quando, ainda hoje, os Pobres são crucificados com as mais duras e cruéis torturas de humilhação e desprezo. Nossa missão é ajudar a descer da cruz os Pobres.

    Reconhecer no rosto desfigurado dos Pobres o rosto desfigurado do Cristo que sofre. “Tive sede, fome, estava nu, na prisão e estava doente... era peregrino... O que vocês fizeram a estes, foi a mim que fizeste” .


    Cruz SV

    Cruz com as iniciais SV
    (São Vicente)

    Dimensão:
    2 cm de comprimento x 1,5 cm de largura
    Cordão
    R$ 3,00 (unidade) mais despesas de Correio

    Livro: Os Vicentinos e o Parlamento Brasileiro

    O confrade Renato Lima de Oliveira, autor dos livros “Crônicas Vicentinas” e “Outras Crônicas Vicentinas”, acaba de lançar seu novo livro, intitulado "Os Vicentinos e o Parlamento Brasileiro", que reúne 60 discursos proferidos por deputados federais e senadores sobre a Sociedade de São Vicente de Paulo no período compreendido entre 1957 e 2010. A capa do livro traz a imagem fotográfica do Palácio do Congresso Nacional, em Brasília. A publicação é uma fonte de pesquisa para quem estuda as relações institucionais da entidade com mundo político. Com 48 páginas, o livro está sendo distribuído gratuitamente (apenas despesas postais, dependendo do número de exemplares). O confrade Renato conseguiu quatro patrocinadores que pagaram as despesas gráficas: Renato André, Sílvio Ferreira, Tadeu Filippelli e José Humberto Dellalíbera, a quem o autor agradece de coração pela ajuda. Os Conselhos Metropolitanos da SSVP ou os demais ramos da Família Vicentina que desejarem imprimir o livro podem pedir o orçamento ao cfd. Renato, a fim de que o livro seja reimpresso para atender as demandas que chegarem. Agradecemos a todos que puderem nos ajudar na difusão desta mais nova publicação vicentina.

    Pedidos para: Renato Lima
    Preço: Somente despesas Postais - a combinar.
    E-mail: renatolima1970@uol.com.br.

    DVD - São Vicente de Paulo - O Capelão das Galeras

    Agora, dublado!

    DVD - São Vicente de Paulo - O capelão das Galeras
    Filme de Pierre Fresnay e Yvonne Gaudeau - Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro de 1948 e vencedor do Globo de Ouro de 1949.
    Edição Especial remasterizada, dublada e legendada.

    Preço: R$ 20,00 mais despesas de Correio.
    Pedidos para:
    Edson
    E-mail: edsonfred@uol.com.br
    ou
    Mizaél
    E-mail: mizaelpoggioli@uol.com.br


    É Proibido

    É proibido chorar sem aprender,
    Levantar-se um dia sem saber o que fazer
    Ter medo de suas lembranças.

    É proibido não rir dos problemas
    Não lutar pelo que se quer,
    Abandonar tudo por medo,
    Não transformar sonhos em realidade.

    É proibido não demonstrar amor
    Fazer com que alguém pague por tuas dúvidas e mau-humor.

    É proibido deixar os amigos
    Não tentar compreender o que viveram juntos
    Chamá-los somente quando necessita deles.

    É proibido não ser você mesmo diante das pessoas,
    Fingir que elas não te importam,
    Ser gentil só para que se lembrem de você,
    Esquecer aqueles que gostam de você.

    É proibido não fazer as coisas por si mesmo,
    Não crer em Deus e fazer seu destino,
    Ter medo da vida e de seus compromissos,
    Não viver cada dia como se fosse um último suspiro.

    É proibido sentir saudades de alguém sem se alegrar,
    Esquecer seus olhos, seu sorriso, só porque seus caminhos se desencontraram,
    Esquecer seu passado e pagá-lo com seu presente.
    É proibido não tentar compreender as pessoas,
    Pensar que as vidas deles valem mais que a sua,
    Não saber que cada um tem seu caminho e sua sorte.

    É proibido não criar sua história,
    Deixar de dar graças a Deus por sua vida,
    Não ter um momento para quem necessita de você,
    Não compreender que o que a vida te dá, também te tira.

    É proibido não buscar a felicidade,
    Não viver sua vida com uma atitude positiva,
    Não pensar que podemos ser melhores,
    Não sentir que sem você este mundo não seria igual.
    Pablo Neruda

    Novena de Nossa Senhora das Graças - Medalha Milagrosa

    Maria, a Mãe de Jesus, nas aparições a Santa Catarina Labouré em 1830, deu à Igreja uma mensagem evangelizadora de esperança, expressa na Medalha que encarregou de difundir. Desde estão, este desejo de Maria se foi tornando realidade e as distintas Congregações e Associações que hoje compõem a Família Vicentina fizeram desta difusão um dos elementos de seu apostolado. É a Maria do Magníficat. O Magnificat é um canto de libertação para os Pobres. Maria, que proclama o canto, resume na sua pessoa os humildes de Israel, os que são marginalizados pela sociedade, por aqueles que “não há lugar na sala de hóspedes”. Deus é a sua única esperança, e Maria canta os seus louvores com uma exuberante confiança.
    Oração à Nossa Senhora da Libertação
    Mãe dos Pobres!


    Maria, mãe de Cristo e mãe da Igreja, em nossa missão evangelizadora que nos cabe continuar, alargar e aprimorar, pensamos em ti. Mas, de modo especial, pensamos em ti pelo modelo perfeito de ação de graças que é o hino que cantaste, quando tua prima, Santa Isabel, mãe de João Batista, te proclamou a mais feliz dentre as mulheres. Não paraste em tua felicidade, pensaste na humanidade inteira. Pensaste em todos. Mas assumiste uma clara opção pelos Pobres, como teu Filho Jesus faria depois. Que há em ti, em tuas palavras, em tua voz, que anuncias no Magnificat, a deposição dos poderosos e a elevação dos humildes, o saciamento dos que têm fome e o esvaziamento dos ricos, e ninguém ousa julgar-te subversiva ou olhar-te com suspeição?... Empresta-nos a tua voz, canta conosco! Pede ao teu Filho que em todos nós se realizem, plenamente, os planos do Pai! (Dom Helder Câmara)

    Livro de Novena: 32 páginas
    Preço: R$ 3,00
    Formato: 10,5 x 15 cm

    LIVRO: FUNDAMENTOS BÁSICOS DA AIC-BRASIL

    FUNDAMENTOS BÁSICOS DA AIC-BRASIL - Associação Internacional de Caridades
    Associação Internacional de Caridades
    Falar da AIC - Associação Internacional de Caridades é descrever a mais antiga associação feminina da história do voluntariado. Com efeito, suas origens remontam ao ano de 1617, ano em que São Vicente de Paulo, em Châtillon-les-Dombes – França - reuniu, pela primeira vez, um grupo de senhoras e estruturou suas primeiras iniciativas de assistência às famílias pobres da paróquia. Estava formada uma Associação de mulheres. São Vicente de Paulo dizia às senhoras de Paris em 11 de julho de 1657: “Faz mais ou menos oitocentos anos que as mulheres não têm nenhuma função pública na Igreja; antes, houve as que se chamavam diaconisas... Desde a época de Carlos Magno, porém, por misteriosa disposição da Providência de Deus, essa prática se extinguiu, e as mulheres se viram privadas de qualquer função, nenhuma outra lhes cabendo desde então. E é aqui que a mesma Providência se volta hoje para as mulheres, para que supram ao que falta aos Pobres enfermos do hospital”.

    A AIC – Associação Internacional de Caridades fundada na França por São Vicente de Paulo em 1617 tem no itinerário de seus trabalhos: 1. Honrar o amor de Nosso Senhor pelos Pobres, aprofundando a Espiritualidade Vicentina, formando-se e preparando-se seriamente para responder às suas queixas; 2. Assistir os Pobres material e espiritualmente, encorajando sua participação, a fim de que eles se envolvam ativamente em seu próprio desenvolvimento e no de sua comunidade, e que eles atinjam seu “empowerment” – empoderamento; 3. Defender os Direitos dos Pobres, com eles, tratando-os de igual para igual; 4. Ser solidária à causa das mulheres pobres, das que sofrem discriminação e maus-tratos; 5. Encorajar a corresponsabilidade, o trabalho em rede e as colaborações em todos os níveis; 6. Tomar consciência da necessidade de construir a paz, não somente individual mas também estrutural; 7. Mudar as estruturas através duma ação apostólica vivida nas ações políticas e sociais. Estas ações devem ser capazes de transformar tanto os corações quanto a sociedade.

    AIC - Associação Internacional de Caridades é uma rede formada por 52 associações com mais de 200.000 mulheres voluntárias que está presente na África, América Latina, Ásia, Europa e USA. A Associação Internacional de Caridades com o tema “Contra as pobrezas, agir juntos”, se transforma em uma rede de projetos através do mundo. Deste modo, procura semear entre as mulheres a solidariedade que se exprime, concretamente, na participação ativa nas iniciativas de proteção comunitária, projetadas e executadas, de comum acordo, pelas Voluntárias e pelas mulheres das comunidades locais, mulheres que poderão ser, futuramente, Voluntárias de Caridades da Associação Internacional de Caridades, engajadas na autopromoção de sua comunidade.

    A AIC - Associação Internacional de Caridades é integrada com a Família Vicentina. Este processo, fundamentalmente cristão e eclesial, este caminho, percorrido pela Associação Internacional de Caridades, unida com os padres da Congregação da Missão e com as Filhas da Caridade, que sempre apoiaram esta Associação desde o tempo de São Vicente de Paulo e, conjuntamente com todos os demais Ramos da Família Vicentina, continua realizando seu trabalho de serviço aos Pobres, conforme o carisma e a espiritualidade de São Vicente de Paulo.

    Título: Fundamentos Básicos da AIC-Brasil - Associação Internacional de Caridades
    Organizador: Mizaél Donizetti Poggioli
    Coleção Vicentina Nº 35
    Ano de publicação: 2010
    Número de páginas: 176
    Preço: R$ 10,00 mais despesas de Correio.

    O Bicho

    “Vi ontem um bicho
    Na imundície do pátio
    Catando comida entre os detritos.
    Quando achava alguma coisa,
    Não examinava nem cheirava:
    Engolia com voracidade.
    O bicho não era um cão,
    Não era um gato,
    Não era um rato.
    O bicho, meu Deus, era um homem”.
    (Manuel Bandeira)
    É preciso ser de Cristo para optar pelos Pobres. Ser cristão, ser cristã é fazer a opção por eles. 
    O compromisso fundamental do chamado de Jesus Cristo é para Evangelizar e Servir os Pobres!

    Deixe algumas coisas de lado... e comece a ter outras atitudes!!!

    "Deixe de se contentar com pouco; tome contato com a sua própria bondade; comece a valorizar o dom da vida com a maior gratidão; possa compreender que, em qualquer circunstância, você está no lugar certo, na hora certa - então, poderá relaxar; consiga moderar seu ritmo e sua pressa - isso fará uma enorme diferença na sua vida; aprenda a gostar de estar só, rodeado pelo silêncio, usufruindo sua magia, prestando atenção ao seu espaço interior; perceba que pode não ser uma pessoa especial, mas que é única; reformule seu conceito de sucesso - a vida ficará mais simples e trará muito prazer; entenda que é digno de conhecer Deus diretamente; deixe de achar que a vida é dura; possa perceber que o sofrimento emocional é um sinal de que está indo contra a sua verdade; aprenda a satisfazer seus desejos, sem achar que é egoísmo; perceba que os desejos do coração acabam se realizando - passará a ter mais calma e paciência; desista de de ignorar ou de suportar seu sofrimento; encha seu coração com muita ternura para que possa acolher tanto a alegria quanto a tristeza; comece a rezar diariamente - descobrirá que este é um ato de profundo amor por você mesmo; passe a sentir como um presente para o universo; deixe de precisar das coisas e das pessoas para se sentir seguro; pare de desejar que a sua vida fosse diferente - verá que tudo o que acontece contribui para o seu crescimento; perceba uma presença divina dentro de você e ouça Sua orientação; pare de se culpar pelas escolhas que faz e passe a se responsabilizar por elas; perceba como é ofensivo tentar forçar alguma coisa ou alguém que ainda não está preparado - inclusive você mesmo; passe a aceitar o inaceitável; se livre de tudo que não for saudável: pessoas, tarefas, crenças e hábitos, qualquer coisa que te puxe pra baixo - sua razão pode chamar de egoísmo, mas isso é amor-próprio; deixe o perfeccionismo de lado - esse carrasco da alegria; perceba como a vida é divertida, como você é divertido e como,os outros podem ser divertidos; desista de ficar revivendo o passado e de se preocupar com o futuro - isso o manterá no presente, que é onde a vida acontece; e perceba Deus dentro de você e veja Deus nos outros - isso nos torna divinos!".
    Vicente de Paulo / Luísa de Marillac
    Em 1660, há 350 anos atrás, passaram para a casa do Pai, São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac. Toda a Família Vicentina, no mundo inteiro, está sendo chamada a celebrar, neste ano de 2010, a vida e o carisma destes dois companheiros de fé e de ação, que deixaram a marca da ação caritativa na vida da Igreja e da humanidade.
    Também no Brasil, como acontece com todos os Ramos da Família Vicentina, a Sociedade de São Vicente de Paulo, em conjunto com e sob a assessoria da coordenação do Conselho Nacional da Família Vicentina, estimula que todos os Confrades e Consócias a, de forma especial, refletir sobre o “carisma vicentino”, a partir de reflexões sobre a vida e o pensamento de São Vicente e Santa Luísa.
    Para orientar esta reflexão, todos os vicentinos estão convidados a utilizarem, como texto base para as leituras espirituais nas reuniões de suas Conferências, as “doze fichas de reflexão para a Família Vicentina” apresentadas neste livro.
    Tais fichas foram preparadas pela Comissâo do Patrimônio Espiritual (Heritage Commission) para a comemoração dos 350 anos da morte de São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac de forma a oferecer material de reflexão para a comunidade vicentina ao longo de todo o ano: uma ficha para cada mês.
    Ao longo da história, Deus suscita alguns homens e mulheres a darem um testemunho marcante de fé, que sirva para orientar e motivar a humanidade na sua caminha neste mundo rumo ao Pai. São os profetas e Santos, que dão testumunhos que vem de encontro às necessidades específicas do povo em um dado momento histórico, mas que se perpetuam como carismas vivos dentro de Igreja.
    Assim, no século XVII, quis o Senhor que São Vicente e Santa Luísa marcassem, de forma profunda, a importância da Caridade como atitude de vida e de missão que deve orientar a vida de todos os que se apresentam como um seguidores de Jesus Cristo.
    De fato, como nos lembra Bento XVI, na Encíclica Deus é Amor, “o amor ao próximo, radicado no amor a Deus, é um dever antes de tudo para cada um dos fiéis”. Diz ainda que “a Igreja como comunidade deve praticar o amor. Consequência disso é que o amor tem necessidade também de organização como pressuposto para um serviço comunitário ordenado ”.
    Bento XVI irá lembrar ainda que a “consciência que o dever do amor ao próximo tem relevância constitutiva na Igreja desde o seu início: Todos os crentes viviam unidos e possuíam tudo em comum (...) pelo que, no seu meio, já não subsite a diferença entre ricos e pobres”. E continua. “Com o crescimento da Igreja, essa forma radical de comunhão material não pode ser mantida. Mas o núcleo essencial ficou: no seio da comunidade dos crentes não deve haver uma forma de pobreza tal que sejam negados a alguém os bens necessários para uma vida condigna”.
    Ora, Vicente e Luísa foram, no seu tempo, chamados a dar testemunho de que a Caridade é a essência da vida cristã. Caridade que é ao mesmo tempo promotora de igualdade social e de evangelização. Caridade que, assim, é missão de todo o batizado para construção do Reino de Deus e salvação de todos.
    Vicente e Luísa foram e são exemplos inspiradores da vida de fé. Foram elevados aos altares. São modelos. Por isso celebramos, no jubileu de suas mortes, o significado de suas vidas, meditando os seus passos e pedindo a eles a sua intercessão para que possamos melhor viver o carisma vicentino em tudo o que fazemos.

    Encerrando ciclos...

    Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final... Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver.

    Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.

    Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações?

    Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu. Pode dizer para si que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó.

    Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seu marido ou sua esposa, seus amigos, seus filhos, sua irmã, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado.

    Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no pas-sado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco.

    O que passou não voltará: não podemos ser eternamente me-ninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.

    As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora. Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e, o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se.

    Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, por-tanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.

    Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.

    Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal".

    Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará. Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa, nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante.

    Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacida-de, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é.

    Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu própria, antes de conheceres alguém e de espera-res que ele veja quem tu és.. lembra-te: “Tudo o que chega, chega sempre por alguma razão”. (Fernando Pessoa)

    Poema

    Procura-se um amigo
    Não precisa ser homem, basta ser humano, basta ter sentimentos, basta ter coração. Precisa saber falar e calar, sobretudo saber ouvir. Tem que gostar de poesia, de madrugada, de pássaro, de sol, da lua, do canto, dos ventos e das canções da brisa. Deve ter amor, um grande amor por alguém, ou então sentir falta de não ter esse amor.. Deve amar o próximo e respeitar a dor que os passantes levam consigo. Deve guardar segredo sem se sacrificar.

    Não é preciso que seja de primeira mão, nem é imprescindível que seja de segunda mão. Pode já ter sido enganado, pois todos os amigos são enganados. Não é preciso que seja puro, nem que seja todo impuro, mas não deve ser vulgar. Deve ter um ideal e medo de perdê-lo e, no caso de assim não ser, deve sentir o grande vácuo que isso deixa. Tem que ter ressonâncias humanas, seu principal objetivo deve ser o de amigo. Deve sentir pena das pessoa tristes e compreender o imenso vazio dos solitários. Deve gostar de crianças e lastimar as que não puderam nascer.

    Procura-se um amigo para gostar dos mesmos gostos, que se comova, quando chamado de amigo. Que saiba conversar de coisas simples, de orvalhos, de grandes chuvas e das recordações de infância. Precisa-se de um amigo para não se enlouquecer, para contar o que se viu de belo e triste durante o dia, dos anseios e das realizações, dos sonhos e da realidade. Deve gostar de ruas desertas, de poças de água e de caminhos molhados, de beira de estrada, de mato depois da chuva, de se deitar no capim.

    Precisa-se de um amigo que diga que vale a pena viver, não porque a vida é bela, mas porque já se tem um amigo. Precisa-se de um amigo para se parar de chorar. Para não se viver debruçado no passado em busca de memórias perdidas. Que nos bata nos ombros sorrindo ou chorando, mas que nos chame de amigo, para ter-se a consciência de que ainda se vive.
    Vinicius de Moraes

    Livro: Outras Crônicas Vicentinas

    Título: Outras Crônicas Vicentinas
    Mais um livro da Coleção Vicentina – nº 34. Esse material possui 60 artigos divididos em cinco capítulos: Alegria Vicentina, História Vicentina, Aprimoramento Vicentino, Administração Vicentina e Santidade Vicentina. “Ser vicentino é realmente uma bênção, uma graça divina. Além de ajudarmos as pessoas, seguimos rumo à nossa santificação. Somos “ponte” entre quem tem muito e quem não tem quase nada. Levamos a mensagem de Cristo aos bolsões de pobreza e aos locais mais miseráveis. Somos aquela “mão amiga” ou aquele “ombro amigo” para tanta gente sem-voz e sem-vez. É muito gratificante ser útil, num mundo egoísta e individualista como o atual. (...) O trabalho realizado nas Conferências Vicentinas em favor das pessoas mais necessitadas é realmente fantástico: apoio material e suporte espiritual, além de nossa santificação pessoal. Ser vicentino é, acima de tudo, uma bênção de Deus e um privilégio, pois nos sentimos mais úteis à comunidade, especialmente na redução das desigualdades sociais e regionais, além da evangelização sem fronteiras”.

    Título: Outras Crônicas Vicentinas
    Autor: Renato Lima
    144 páginas
    Pedidos para:
    Tel: (61) 3272-3593 - Fax: (61) 2312-2479
    Carta para: Caixa Postal 9525 - CEP 70040-976 - Brasília (DF)
    Preço: R$ 10,00 + despesas de Correio (R$ 4,00). Total: R$ 14,00.
    A cada 10 livros, 1 livro é brinde.

    Livro: Orar 15 Dias com Luísa de Marillac

    Por ocasião da celebração dos 350 anos da morte de Santa Luísa de Marillac (1660-2010) nos é oferecido este livro mostrando os traços e o itinerário espiritual e caritativo dessa grande mulher do século XVII. Rezar com Luísa de Marillac é um convite a descobrir e acolher o amor do Filho de Deus feito homem, a recolhecer a grandeza e a beleza de todo ser humano, já que o Filho de Deus se tornou um deles. Rezar com Luísa de Marillac compromete a aprofundar a fé e a viver na simplicidade e humildade o único mandamento do amor de Deus e ao próximo. Luísa de Marillac, grande Profeta da Caridade nos ensina o amor aos Pobres.

    Titulo: "Orar 15 Dias com Luísa de Marrillac"
    Editora Santuário
    135 páginas
    Tradução de Carolina Mureb - FC
    Preço: R$ 10,00 mais despesas de Correio
    Pedidos: mizaelpoggioli@uol.com.br

    Livro: CARIDADE-MISSÃO

    Em 1660, há 350 anos atrás, passaram para a casa do Pai, São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac. Toda a Família Vicentina, no mundo inteiro, está sendo chamada a celebrar, neste ano de 2010, a vida e o carisma destes dois companheiros de fé e de ação, que deixaram a marca da ação caritativa na vida da Igreja e da humanidade.
    Também no Brasil, como acontece com todos os Ramos da Família Vicentina no mundo inteiro, sob a assessoria da coordenação do Conselho Nacional da Família Vicentina, estimula que todos e todas a, de forma especial, refletir sobre o “carisma vicentino”, a partir de reflexões sobre a vida e o pensamento de São Vicente e Santa Luísa. Para orientar esta reflexão, todos e todas estão convidados a utilizarem, como texto base para as leituras espirituais as “doze fichas de reflexão para a Família Vicentina” apresentadas neste livro.
    Tais fichas foram preparadas pela Comissâo do Patrimônio Espiritual (Heritage Commission) para a comemoração dos 350 anos da morte de São Vicente de Paulo e Santa Luísa de Marillac de forma a oferecer material de reflexão para a comunidade vicentina ao longo de todo o ano: uma ficha para cada mês.

    Ao longo da história, Deus suscita alguns homens e mulheres a darem um testemunho marcante de fé, que sirva para orientar e motivar a humanidade na sua caminha neste mundo rumo ao Pai. São os profetas e Santos, que dão testumunhos que vem de encontro às necessidades específicas do povo em um dado momento histórico, mas que se perpetuam como carismas vivos dentro de Igreja.

    Assim, no século XVII, quis o Senhor que São Vicente e Santa Luísa marcassem, de forma profunda, a importância da Caridade como atitude de vida e de missão que deve orientar a vida de todos os que se apresentam como um seguidores de Jesus Cristo.

    De fato, como nos lembra Bento XVI, na Encíclica Deus é Amor, “o amor ao próximo, radicado no amor a Deus, é um dever antes de tudo para cada um dos fiéis”. Diz ainda que “a Igreja como comunidade deve praticar o amor. Consequência disso é que o amor tem necessidade também de organização como pressuposto para um serviço comunitário ordenado ”.

    Bento XVI irá lembrar ainda que a “consciência que o dever do amor ao próximo tem relevância constitutiva na Igreja desde o seu início: Todos os crentes viviam unidos e possuíam tudo em comum (...) pelo que, no seu meio, já não subsite a diferença entre ricos e pobres”. E continua. “Com o crescimento da Igreja, essa forma radical de comunhão material não pode ser mantida. Mas o núcleo essencial ficou: no seio da comunidade dos crentes não deve haver uma forma de pobreza tal que sejam negados a alguém os bens necessários para uma vida condigna”.

    Ora, Vicente e Luísa foram, no seu tempo, chamados a dar testemunho de que a Caridade é a essência da vida cristã. Caridade que é ao mesmo tempo promotora de igualdade social e de evangelização. Caridade que, assim, é missão de todo o batizado para construção do Reino de Deus e salvação de todos.


    Vicente e Luísa foram e são exemplos inspiradores da vida de fé. Foram elevados aos altares. São modelos. Por isso celebramos, no jubileu de suas mortes, o significado de suas vidas, meditando os seus passos e pedindo a eles a sua intercessão para que possamos melhor viver o carisma vicentino em tudo o que fazemos.


    Livro: "Caridade-Missão"
    136 páginas
    Preço: R$ 6,00 mais despesas de Correio.
    Pedidos: mizaelpoggioli@uol.com.br

    Livro: Sementes de Esperança


    Sementes de Esperança


    Histórias de Mudanças de Estruturas

    Elaboração pelos membros da Comissão da Família Vicentina para Promoção de Mudanças de Estruturas: Pe. Robert Maloney, CM – Coordenador; Pe. Norberto Carcellar, CM; Ir. Ellen Flynn, FC; Pe. Joseph Foley, CM; Patricia Nava, AIC; Pe. Pedro Opeka, CM; Gene Smith, SSVP; Ir. Malou Baaco, FC; Irmão Adriano Ferreira, CM.

    As histórias deste livro foram escritas pelos membros da Comissão da Família Vicentina para a Promoção de Mudanças de Estruturas, todos envolvidos em projetos que promoveram mudança significativa nas condições de vida dos Pobres.
    Sementes de Esperança 
    Formato: 13 cm x 19 cm
    Páginas: 301
    Preço: R$ 10,00 (mais despesas de despacho)
    Pedidos para:
    Tel. (11) 5564-4768 – (11) 9683-8785

    A Opção pelos Pobres é opção pelos "injustiçados"


    A Opção pelos Pobres é opção pelos "injustiçados".



    O conceito "pobres", como parte da expressão "opção pelos pobres", causou certa confusão. De fato, se a opção é "pelos pobres", explica-se que sobrevenha a tentação de situar na "pobreza" o fundamento de tal opção, seja identificando falsamente pobreza com santidade (o que se evitou desde o princípio), ou re-elaborando metaforicamente o conceito de "pobreza" em diferentes direções, ou derivando-o em direção a qualquer um dos grupos que no Antigo Testamento parecem ser objeto de uma "preferência" por parte de Deus (os "fracos e pequenos"…), ou por outros muitos caminhos.


    Poder-se-á evitar estes desvios trazendo-se à luz o papel teológico que o conceito de "pobres" tem concretamente na expressão "opção pelos pobres". Teologicamente falando, "pobres" significa aí exatamente "injustiçados". Porque Deus não opta pelos pobres porque sejam pobres (material e/ou economicamente), mas sim porque são "injustiçados". A pobreza econômica não é por si mesma uma categoria teológica; o é a injustiça, que pode dar-se nessa pobreza econômica. Teologicamente considerada, a "opção pelos pobres" é na realidade "opção pelos injustiçados". Se é chamada opção "pelos pobres", isso se deve a que, quo ad nos, os pobres (econômicos) são o analogatum princeps da injustiça e sua expressão máxima ou por antonomásia.


    Falando com precisão teológica, os destinatários desta Opção pelos Pobres não podem ser identificados sem mais como os "pobres econômicos" por si mesmos, nem com os "pobres que são bons", nem com os que são "pobres em algum sentido", ou os que têm "espírito de pobres"... (delimitações todas elas muito flexíveis, escorregadias, por causa dos jogos metafóricos da linguagem), mas sim com os "injustiçados", sejam pobres econômicos ou não, metafóricos ou não.


    Ao contrário, os "pequenos e os fracos", ou seja, todos aqueles cuja "pobreza" não pode ser medida em termos de injustiça, não devem ser identificados pura e simplesmente como destinatários da Opção pelos Pobres, e sim por extensão metafórica. Podem ser objeto de uma "ternura especial" e gratuita por parte de Deus e nossa, mas este sentimento e esta atitude não devem ser confundidas com a Opção pelos Pobres.


    Toda problemática humana que possa ser convertida em injustiça - mesmo que não tenha que ver com a "pobreza" em sentido literal ou econômico - é objeto da Opção pelos Pobres (porque esta é opção pela justiça). Assim, a discriminação étnica, de gênero, cultural… como formas de injustiça que são, e ainda que não se dêem juntamente com situações de pobreza econômica, são objeto da Opção pelos Pobres. Não o são por serem formas de pobreza - o que elas de fato não são -, mas sim por serem formas de injustiça.


    A opção pela cultura desprezada, pela raça marginalizada, pelo gênero oprimido… não são opções diferentes da Opção pelos Pobres, mas sim concretizações diversas da única "opção pelos injustiçados", a qual chamamos de Opção pelos Pobres. (José María Vigil).